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Formandos denunciam calote de cerimonial contratado para o baile de formatura

Alunos de quatro cursos da Faculdade de Patos de Minas (FPM) em Patos de Minas, que tiveram a colação de grau, o baile de formatura, a missa e o culto cancelados pela empresa contratada para executar o serviço – faltando apenas 10 dias para os eventos – terão motivos para comemorar em dobro. É que outra empresa de eventos da cidade, a AGT Produções, procurou parceiros e vai oferecer aluguel do espaço, a banda e a estrutura da festa de graça aos formandos.

Eles e os convidados terão que pagar apenas a metade do valor do Buffet e da bebidas: R$ 75,00 por pessoa. A festa vai acontecer no próximo sábado, data prevista anteriormente.

Os 40 formandos de engenharia, fisioterapia, enfermagem e psicologia resolveram fazer a festa juntos, pois as turmar eram pequenas. Os alunos alegam que foram surpreendidos com um e-mail enviado pela Realizzare Produções e Eventos, na terça-feira da semana passada, cancelando a festa por falta de pagamento de parte da maioria dos alunos.

Formando de Engenharia Civil, Leandro Gonçalves, de 23 anos, conta que a empresa foi contratada a 4 anos e que, próximo do fim do curso, confirmou que estava tudo certo para os eventos. “Faltando 10 dias, mandaram um e-mail cancelando tudo: o baile, a missa, o culto e a colação. Não podemos ser prejudicados se alguns alunos estão inadimplentes. Eles não deram tempo para a gente tentar conseguir o dinheiro que faltava. – protesta.

A sócia e diretora da AGT, Paula Peres, disse ter ficado sensibilizada com a situação e mobilizou mais de 30 parceiros para conseguir a festa. “Entrei em contato com a banda, o buffet, os donos do salão de eventos…. a gente resolveu arregaçar as mangas e fazer a festa pra eles”- Disse Paula Peres.

Um dos donos da Realizzare Produções e Eventos, que pediu para não ser identificado, disse ter documentos comprovando que, dos 40 formandos que assinaram contrato com a empresa, apenas 16 pagaram todas as parcelas. Oito estavam devendo as últimas e queriam parcelar o valor. Ele disse que enviou o email cancelando a festa na expectativa de que a dívida de R$ 138 mil fosse quitada.

O empresário afirmou ter alertados os alunos, em fevereiro, sobre o problema, mas as providências não foram tomadas. “O dinheiro pago será devolvido”, garantiu. “Fui vítima de calúnia e difamação e isso prejudicou minha empresa” – reclamou ele.

Fonte: O Tempo

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